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Números confirmam crescimento do Outsourcing e do BPO
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Os números do mercado brasileiro de outsourcing e serviços de BPO (Business Process Outsourcing) em 2009 são animadores. Por exemplo: o Gartner projeta um crescimento de 6% nos gastos em outsourcing de TI na América Latina em 2009, um volume que se contrapõe aos dados globais, com previsão de queda de 4,3% nos orçamentos das empresas para contratação de serviços
de TI e BPO.
Já o estudo Brazilian BPO End-user Study, elaborado pela Frost & Sullivan, e divulgado no início do ano, dava conta de que 40% das 500 maiores empresas no Brasil tinham planos para contratar algum tipo de serviço de BPO ao longo de 2009.
O negócio teve forte impulso nos últimos anos em decorrência da caçada incessante por redução de custos operacionais, melhoria da qualidade dos serviços e concentração na atividade-fim, por meio da transferência de processos ou de sistemas vitais a uma organização.
Voltando aos números, a Brasscom, entidade que reúne prestadores de serviços com foco em exportação o mercado mundial de TI, diz que BPO e outsourcing atingirão, em 2009, US$ 84 bilhões, com crescimento de 20% no ano, devendo rapidamente recuperar a expansão anual de 40%, registrada em 2006.
Mas não só os números são importantes para ressaltar essa mudança no mercado. Os prestadores de serviços passaram a entender mais do mercado dos seus clientes, um modelo que vem conquistando espaço no universo dos serviços porque compartilha com as empresas contratadas o risco e a necessidade de melhoria dos processos, com a segurança e a transparência que a Governança Corporativa exige. Uma transição fortemente ancorada no modelo colaborativo que o mercado norte-americano está chamando Outsourcing 2.0.
Nessa edição você também acompanha as mudanças apregoadas pelo Gartner sobre o futuro da TI. BI, terceirização, como já dissemos acima, cloud computing e virtualização, se mantêm na crista da onda, até que as empresas consigam assimilar o objetivo e o real valor destas soluções. Além da previsão do Gartner para o futuro do setor TIC, identificamos que segurança tem sido um tema cada vez mais preocupante entre as organizações envolvidas com o conceito de conectividade.
Você também acompanhará que ferramentas de internet e novos conceitos explorados na rede estão movendo os negócios e os investimentos em infra-estrutura na atualidade. E verá que não muito longe disso, os call centers estão utilizando os recursos de web 2.0 para melhorar a oferta de serviços e aumentar a disponibilidade dos seus atendentes, seguindo a cartilha da Lei do SAC e inovando para reverter a histórica marca da terceirização de apenas 40% das operações de atendimento ao consumidor no País.
Claudiney Santos
Diretor/editor
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| Da Redação |
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