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  EDIÇÃO #74 - ANO 7 - NOVEMBRO/2011
INFRAESTRUTURA
Entre blocos e cimento, um computador

A continuidade dos financiamentos para a casa própria, motivadas pelo programa “Minha Cada, Minha Vida”, do governo federal, e as grandes obras de infraestrutura para a Copa do Mundo, em 2014, entre outros programas de melhoria associados à expansão econômica brasileira, vão garantir que, neste ano, o setor da construção civil se mantenha em alta, mostra um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Segundo o órgão, o crescimento deve girar em torno de 8,5%, taxa um pouco abaixo do resultado registrado no ano passado (11,6%), mas um cenário de atividades mais favoráveis à construção civil do que o previsto na média para o conjunto de todos os setores econômicos. A previsão para o crescimento do Produto Interno Brasileiro (PIB), que é a soma das riquezas produzidas pelo País, é 4,5% - ante um crescimento de 7,5% no ano passado. 
“Muitas atividades que estão recebendo investimentos, sejam públicos ou privados, influenciam diretamente a cadeia de construção, como a ampliação e a construção de novas fábricas, shoppings, centros de compras, construção e reformas de postos de saúde, entre outras”, diz o estudo.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) , lançado em 2007, e que destinou R$ 657,4 bilhões em investimentos para um período de três anos, é um dos destaques. Desse total, R$ 216,9 bilhões se referem ao financiamento habitacional para pessoa física.
O empurrão do governo e a resposta dos consumidores, principalmente as classes C e D, que ampliaram os investimentos em bens duráveis, expõem um novo hábito das incorporadoras: o investimento em soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). “O Brasil chegou à maioridade neste setor, e não dá mais para brincar. As empresas precisam de eficiência e produtividade, algo que exige investimento em TI”, indica André Papaleo, vice-presidente de indústria da Oracle para a América Latina.
Não que o avanço já tenha se aproximado dos aportes feitos pelos setores financeiros ou de telecomunicações, considerados de ponta nos investimento em TIC. Mas, pelo número de empresas, a composição já se apresenta significativa aos olhos da indústria de eletroeletrônicos e de sistemas. As incorporadoras e construtoras cresceram e se multiplicaram pelo país, destinando entre 1% e 1,5% do faturamento global ou da obra para a compra de ferramentas de TI.
No mapeamento feito pela SAP, há projetos que vão desde a modernização ou substituição de sistemas de gestão até aportes em inovações tecnológicas, como a compra de sistemas de gestão de suprimentos. “A medida que a empresa passa a construir centenas ou milhares de unidades em diferentes lugares simultaneamente, ela deixa de fazer uma construção um a um para fazer em larga escala e toda a dinâmica de suprimento para o novo cenário quase que se transforma em uma linha de montagem”, destaca Daniel Bio, gerente de desenvolvimento de negócios da SAP Brasil.
Segundo ele, neste aspecto, a indústria da construção ganha semelhanças com a área automobilística, porque precisa sincronizar pedidos e entregas de materiais, para que o estoque não seja alto, nem ocupe muito espaço. “O material precisa chegar no tempo, nem antes, nem depois”, salienta. Além disso, a incorporadora ou construtora precisa gerenciar a dinâmica do mercado para não interromper projetos por falta de um ou outro produto.

Recursos Humanos
O crescimento do setor também tem provocado a falta de mão de obra, em todos os níveis - desde o ajudante de pedreiro até o engenheiro. Só nos primeiros oito meses de 2011 o nível de emprego na construção civil cresceu 9,44%, segundo balanço do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), sendo contratados, em agosto, 38,7 mil trabalhadores, um aumento de 1,27% em relação a julho.
Um cenário que começa a mostrar às empresas que a simples busca de novos profissionais no mercado atingiu seu ápice em relação à remuneração, e o aumento salarial como atrativo para retenção da mão de obra pode comprometer a rentabilidade do empreendimento. “A preocupação agora é com a gestão do capital humano, para que tudo seja mais profissional e se evite, por exemplo, erros em pagamentos de salários e em outras dinâmicas do RH. O volume exige investimento em tecnologia para melhorar o controle e a satisfação do profissional”, diz Bio.
Outra linha de investimento da construção civil, segundo o executivo, são os equipamentos móveis. Um recurso que aos poucos substitui, por exemplo, o apontador, figura chave na medição da obra porque era o profissional que registrava toda a evolução a partir do preenchimento de planilhas. “Agora não dá mais para fazer isso, porque há uma multiplicidade de obras. A prancheta está sendo trocada por netbooks, tablets e smartphones, com conexão à internet e acesso à documentação para a transmissão de informações em tempo real”, pontua Bio.
Com ações negociadas na BM&F Bovespa desde 2007, a MRV Engenharia confirma a tendência de adoção da mobilidade pelo setor. Reinaldo Sima, diretor de TI da construtora, diz que, em 2012, a empresa vai priorizar projetos que promovam a melhoria dos processos e ganhos de produtividade, e que já possui duas iniciativas em andamento, aplicadas na assistência técnica (manutenção) e na gestão da qualidade e em medições.

Capitalização
As mudanças na construção civil são percebidas a olhos nus e não devem cessar no curto prazo ou pelo menos enquanto o Governo estiver empenhado em estimular o crédito e mantiver os planos sociais para melhoria da qualidade de vida. “É bom separarmos a construção pesada e a incorporação. Nesta segunda parte, sem dúvida, como o número de empresas acaba sendo muito maior, o avanço dos investimentos em TI foi grande nos últimos anos, principalmente com a ida dessas empresas ao mercado de capitais para a captação de recursos e, consequentemente, a necessidade de estabelecer projetos de governança mais efetivos”, pontua Alvaro Mattos, executivo de clientes – produtos de consumo e varejo da CPM Braxis.
A empresa desenvolveu aplicativos e customizou um ambiente de integração de sistemas para a Tecnisa Construtora e Incorporadora, mas Mattos cita que há outros ícones dessa nova realidade do setor imobiliário, como a Gafisa e a Rossi. “Muitas se lançaram no mercado de capitais no passado recente e isso exige um reforço na área de governança”, salienta.
A Tecnisa não só investiu no sistema de gestão SAP para estruturar seu backoffice, atrelado ao planejamento operacional, como implantou uma solução de business intelligence (BI) considerada referência de mercado. Osvaldo Rodrigues, gerente de TI da empresa, diz que os novos projetos da sua área são motivados tanto pelo desempenho atual do setor como influenciados pela estratégia da empresa para acelerar as obras.
Todos os canteiros estão equipados com links de internet e computadores com o sistema de gestão SAP ERP, que suportam da gestão de estoque e pagamentos de fornecedores à gestão do projeto. Outras soluções auxiliam na gestão dos cronogramas e integram todas as áreas da corporação, fazendo com que os departamentos sejam gerenciados por uma aplicação única. “Isso é importante, porque um cronograma de obras pode ter mais de 10 mil atividades”, explica Rodrigues.

Atenção aos projetos
A gestão dos projetos e empreendimentos é feita pelo Microsoft Project, que orbita ao redor do SAP e é compartilhado por arquitetos, projetistas, engenheiros de obras e outros profissionais da equipe operacional que, por um banco de dados único, trocam informações.
Rodrigues conta que o projeto SAP foi implementado em ondas. A primeira, em 2009/2010, foi sucedida por adequações feitas pela CPM Braxis, com aplicações específicas para o negócio. “A gestão de obras tem cerca de um ano, ainda está em processo de melhoria, mas gradativamente amplia o número de pessoas e usuários. Esse ambiente nos dá uma flexibilidade muito grande, porque a equipe não precisa de campo, não precisa mais ir até o escritório para repassar informações”, ressalta o gestor de TI.
Entre as principais incorporadoras e construtoras do País, a Rossi também opera sob a plataforma SAP desde 1999. “A automação de todos os nossos processos nos possibilitou unir a expertise do negócio com as melhores práticas de gestão contidas no SAP”, relata Reginaldo Mobrizi, gerente de TI da empresa. A automação e integração de processos foi iniciada pela área logística – suprimentos, produção de obras, vendas, contas a pagar e a receber, contabilidade, ativo fixo, gestão de contratos, planejamento e orçamentário.
Em um segundo momento, já com a maturidade nos processos operacionais, a empresa integrou os processos estratégicos adquirindo da Oracle a ferramenta da BI Hyperion para elaborar simulações financeiras, do fluxo de caixa de longo prazo, rentabilidade dos empreendimentos, viabilidade dos projetos e gestão do programa de lançamentos.
Com um orçamento anual de TI girando em entorno de R$ 7 milhões, a Rossi tem, hoje, toda a sua operação integrada pelo ERP, tendo feito, este ano, três mudanças principais: revisão dos processos operacionais com o objetivo de obter maior eficiência; desenvolvimento de ferramentas gerenciais e de simulação para suportar a tomada de decisão; atendimento às exigências legais de mercado.

Simultaneidade
O forte aquecimento das atividades do setor de construção civil vem exigindo das incorporadoras a definição de estratégias diferenciadas tanto para a administração simultânea de projetos quanto para lidar com a escassez de mão de obra. “O setor está investindo em RH, mais especificamente na gestão de talentos e na satisfação do profissional”, observa Papaleo, da Oracle.
No caso da Tecnisa, além da administração simultânea de projetos, havia a necessidade de permitir que equipes externas tivessem acesso à informação atualizada, e o MS Project fez com que os dados centralizados nas mãos dos profissionais responsáveis pela rotina das obras fossem compartilhados, e o projetista, por exemplo, passasse a acompanhar as ocorrências em tempo real.
“Com o mercado muito aquecido, a Tecnisa passou a gerenciar mais de 50 empreendimentos simultaneamente, sendo cada um uma unidade de negócio”, informa Osvaldo Rodrigues, gerente de TI da empresa, ao justificar a migração para o ambiente SAP como forma de gerenciar grandes volumes de informação.
Todo o controle de estoque e parque dos equipamentos, seja de tecnologia, empreendimento, material de escritório etc, são gerenciados através dos módulos integrados do SAP. O módulo financeiro integra, inclusive, o pagamento de fornecedores, fazendo com que na rotina das obras, as notas fiscais dos materiais recebidos, sejam digitalizadas e colocadas no sistema. “O financeiro programa o pagamento e faz a gestão de fluxo”, diz Rodrigues.
O data center Tivit faz o hosting e o processamento da plataforma SAP, sob a gestão da Tecnisa. Para suportar a alta carga de troca de dados, a companhia substituiu o cabeamento lógico, e todo o parque de servidores foi padronizado com a plataforma HP.
A nova infraestrutura abriu estrada para o projeto de telefonia IP que, além de interligar as filiais e as obras por ramais, permitirá a criação de novos produtos e serviços, em 2012, para impressionar os clientes nos estantes e obras. “Precisamos de estrutura para receber materiais e fazer a gestão do cronograma nas obras”, pontua Rodrigues, ao justificar a instalação de links dedicados nessas unidades.
Tanto Tecnisa quanto MRV enxergam a infraestrutura de telecomunicações como insumo básico para estandes de vendas e, posteriormente, obras. “Nossos sistemas são utilizados nas pontas, por isso precisamos manter conectados nossas obras e plantões de vendas”, explica Reinaldo Sima, da MRV.
Prova de que os investimentos das construtoras e incorporadoras na área TIC não se restringem a aplicativos, as redes de telecomunicações dividem espaço com a terceirização de processos nas estratégias das construtoras. “A partir do momento em que as grandes companhias deixaram de ser empresas regionais e passaram a ser organizações nacionais, o setor passou a demandar links de comunicação, realizou investimento em infraestrutura e na reorganização interna”, conclui Álvaro Matos, da CPM Braxis.

ROSSI NAS REDES SOCIAIS
A Rossi está presente nas mídias sócias há bastante tempo. As primeiras ações ocorreram no Youtube e, desde o ano passado, a empresa é atuante no Twitter e no Facebook, onde atualmente mantém um game que simula a decoração de imóveis a partir de plantas de produtos reais. Toda semana são premiadas as melhores plantas, com kits de produtos exclusivos Rossi.
Além disso, a empresa transmite conteúdos relevantes para os momentos de vida das pessoas, estreitando a relação com o público.
Nas redes sociais a Rossi consegue identificar particularidades e oferecer produtos e vantagens direcionados às necessidades dos potenciais clientes. “É um dos meios que transmitirmos conhecimento, segurança e preocupação com o projeto de vida de cada um que fazemos contato”, diz Reginaldo Mobrizi, gerente de TI da Rossi.
Por intermédio de perfis oficiais, a empresa posta informações relevantes e compatíveis com os momentos de vida das pessoas. “Em 2011, estamos com a campanha comemorativa de 30 anos da Rossi no ar, estrelada pela cantora Ivete Sangalo, que é bastante ativa nas redes sociais”, conclui Mobrizi.

CASA INTELIGENTE
A construtora BKO vem acompanhando passo a passo a mudanca de perfil do consumidor brasileiro e criou uma linha de empreendimento especial, o projeto iBlue, para aqueles mais “tecnológicos”, que querem serviços agregados, segurança e que não se incomodam em pagar mais pela comodidade.
Eduardo Batista, diretor de incorporação da BKO, revela que a estratégia de inovação da companhia começou pela oferta de condomínios mais seguros, inicialmente com um reforço na monitoria das áreas comuns. “Os usuários cadastram suas digitais no sistema do condomínio e o administrador habilita o acesso da pessoa a determinadas áreas do edifício”, descreve.
Os condomínios da BKO também permitem a medição remota dos consumos de gás e água. Todos os prédios têm conexão à internet nas dependências, e as unidades são entregues preparadas para automação. “Não entregamos automação porque, fazendo benchmark com empresas e sistemas, concluímos que é algo muito particular. Tem gente que quer fazer só iluminação, outro quer integrar todos os sistemas”, explica Batista.
Outro diferencial entregue ao cliente mais exigente da BKO é a instalação de telas touch screen de 42 polegadas nas áreas sociais e nas garagens para que sejam publicados o noticiário do condomínio, a programação de serviços e informações individualizadas aos condôminos.
Os prédios em Alphaville (Barueri-SP), em São Paulo (Vila Olímpia), em Curitiba (Paraná), e em Santos (litoral paulista, com previsão de lançamento em dezembro) já estão equipados com os novos recursos. E o objetivo da BKO é, cada vez mais, integrar serviços com tecnologia. “Por que não permitir que o morador peça um serviço de lavagem do carro por iPad?”, questiona Batista.
A inovação é resultado do trabalho da equipe de pesquisa da BKO que monitora diariamente o comportamento do consumidor e as inovações disponíveis e aplicáveis aos empreendimentos imobiliários.

As nuances do varejo 

Os altos e baixos da revenda de materiais de construção são compensados pela eficiencia administrativa, defende o diretor de TI da Dicico, Gerson Cruz

As vendas de materiais para construção inverteram a tendência de crescimento nos últimos dois anos e cairam 7% em outubro. Uma mostra de que no varejo o céu nunca é de brigadeiro, por mais claro e celeste que esteja. O resultado de outubro surpreendeu por dois motivos: geralmente este é um dos melhores meses para o varejo do setor, e foi o primeiro recuo do ano.
O levantamento mensal realizado pela Anamaco – Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção –, em parceria com o Ibope, ainda mantém a previsão de crescimento para 2011, porém recuou o índice para 5%, já que se mantém a expectativa de recuperação em novembro, tradicionalmente o segundo melhor mês do ano.
Considerando o período de novembro de 2010 a outubro de 2011, o varejo de material de construção apresentou crescimento de 4,5% contra 9,5% entre 2009/2010. Em 2011, o setor apresenta crescimento de 4% contra o mesmo período 2009/2010, de 10%. Nesta entrevista, Gerson Cruz, diretor de TI da Dicico, fala sobre as prioridades tecnológicas da companhia para enfrentar o cenário e diz que “toda companhia que deseja se diferenciar no mercado deve, a cada dia, desenvolver novas formas de se relacionar e atender as necessidades de seus consumidores”. Acompanhe os detalhes da nossa entrevista feita por email.

TI Inside: Qual é ou quais são os sistemas que permeiam toda a companhia, em especial a área operacional?
Gerson Cruz: SAP RETAIL.

TI Inside: Qual é o orçamento anual destinado a TI e telecomunicações?
Gerson Cruz: Nosso orçamento anual é de aproximadamente 1,20% sobre o faturamento líquido da empresa.

TI Inside: Quais foram as principais mudanças empreendidas este ano?
Gerson Cruz: Este ano implementamos novos módulos do SAP, como o Novo Sistema de Vendas Assistidas (CSVA); o Sistema de Pós-Vendas (CSDEVOL); Sistema de Aprovações via Mobile; Sistema de Pós Vendas (Suporte a Vendas); Sistema de Gerenciamento de Armazenamento e Roteirizarão (WMS e TMS); Sistema para implementação de expansão via franquias; Sistema para Operação com Entrepostos Logísticos; NFe 2.0; e a parceria com a T-Systems.

TI Inside: Enxerga os projetos de TIC como diferenciais estratégicos para a empresa?
Gerson Cruz: Sim, toda companhia que deseja se diferenciar no mercado deve, a cada dia, desenvolver novas formas de se relacionar e atender as necessidades de seus consumidores e, para isto se tornar possível, é necessário investimentos em projetos de TIC.

TI Inside: Quantas pessoas trabalham na área de TI atualmente?
Gerson Cruz: Nossa área de TI tem 20 colaboradores. Todos do desenvolvimento/melhorias estão terceirizados para a CONSTRU Software (consultoria SAP focada em SAP no varejo).

TI Inside: Quais processos de TIC são terceirizados e por que?
Gerson Cruz: Realizamos neste ano o outsourcing completo de infraestrutura para a T-Systems.
A nossa estratégia é atender as áreas de negócios e deixar para especialistas a área de infraestrutura, além de uma redução significativa de TCO.
TI Inside: Qual será a
prioridade de investimentos no próximo ano?
Gerson Cruz: Sempre focar em investimentos que nos traga governança corporativa e aumentar a produtividade por pessoa, desenvolvendo processos e tecnologias que reduzam retrabalho, reprocesso e burocracia.

TI Inside: Usa ou pretende adotar tablets e/ou smartphones para a equipe de campo?
Gerson Cruz: Sim, este é o futuro do varejo.

TI Inside: Com qual aplicação?
Gerson Cruz: Vendas, logística, pesquisa de mercado e aprovações via workflow.

TI Inside: Possui link de internet dedicado? Por que?
Gerson Cruz: Sim, como contingência do link principal.

TI Inside: Qual é a estratégia da companhia nas redes sociais?
Gerson Cruz: Nossa estratégia passa por monitorar cada vez
mais todos os ambientes de redes sociais por meio de ferramentas específicas. Entendemos que o mercado cada vez mais será influenciado por estes canais.

TI Inside: Qual é o sistema adotado para check-in e check-out de produtos?
Gerson Cruz: SAP Retail.

TI Inside: Como avalia os resultados dos investimentos feitos em TIC?
Gerson Cruz: Ótimos. Somente com estes investimentos conseguimos nos adequar as constantes mudanças da legislação, além de desenvolvermos novos modelos de negócios que permitem a nossa expansão.

Jackeline Alfredo Antonio de Carvalho
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